sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Alunos do 2ºA da E.E Dr. José Foz visitam o aluno Danilo Milão juntamente com o professor José Roberto.



quarta-feira, 5 de junho de 2013

O Processo de Criação da Obra Gone wild

[...] Realmente eu me senti bastante pressionada a responder àquela solicitação. Quando eu cheguei ao museu a reforma não estava concluída. O que eu pude fazer foi fotografar o hall de entrada de longe. [...] Eu pude fotografar os operários fazendo aquilo que entraria em vigor, que era um chão onde havia um padrão de granito claro-escuro com as manchas de um cachorro dálmata. Eu pude estudar bastante a obra de Venturi quando me convidaram para fazer esta colaboração, este diálogo, essa interpretação, que eu acho muito honrosa, porque admiro particularmente este arquiteto. Então, fui chamada porque o curador viu a afinidade entre a minha poética e a poética do arquiteto. De fato, tem muitas pontes possíveis. Mas eu fiquei muito atraída pelo padrão, que é uma repetição das manchas de cachorro dálmata. De alguma maneira estavam repetidas nos tapumes que tampavam a obra do edifício e estavam no hall fazendo essa incrustação no chão. [...]
Eu comecei a olhar as minhas próprias fotografias, que eu revelara, para ver que ideia eu podia ter. E, finalmente, a ideia brotou assim, num momento. [...] De noite, eu não sabia se eu estava ainda acordada ou já estava dormindo porque tem essa diferença de horário muito grande com a Califórnia. E o que me veio foi assim, um momento de clareza [...]. Veio com palavras, veio com palavras em inglês, animals crossing, os animais cruzando o espaço; porque esse chão tinha uma qualidade animal, é muito orgânico, pareciam pegadas, além disso, era uma entrada do museu e essa ideia da passagem, do fluxo, era forte. Então, sempre que eu olhava aquilo pareciam que eram gigantescos animais passando pelo hall. [...]
Então, o que eu quis fazer foi, em primeiro lugar, criar uma situação de passagem, na entrada do museu. Criar nas paredes, refigurar o animal do chão. Primeiro eu pensei que ele devia se tornar mais selvagem, eu queria um animal selvagem que caçasse o cachorro. Em seguida pensei patas de novo, porque pareciam marcas de patas descendo as paredes. Pensei em leão, pensei em tigre, pensei em algo caçando aquele cachorro dálmata. Finalmente essa ideia foi depois se refinando e eu, mais tarde, pude entender que queria marcas de um animal mais selvagem, mais feroz e, para tanto, tinha que ter unhas.
O meu estudo, depois, me levou a entender que alguns felinos não marcam as unhas e que na verdade eu tinha que procurar a versão selvagem do próprio dálmata, e aí surgiu o lobo, surgiu o coiote. Toda essa elaboração foi muito rápida, como um filme que passa rápido, então eu já sabia, quando eu pude ter as fotografias, eu já pude desenhar sobre as fotografias aquilo que eu queria que esta instalação fosse. E ficou bem parecida com aquilo do primeiro momento. Eu entendi que eu queria usar a ideia da passagem e daí o processo começou a ser elaborado.
Eu comprei livrinhos para caça: como os animais andam, como deixam vestígios, enfim, as diferentes marcas das patas. [...] Todas essas coisas eu fui olhando para nutrir o meu projeto e cada uma despertava outras ideias. Eu vi também que existem diferenças entre o trote e o galope. Finalmente, eu estabeleci que eu queria fazer um animal selvagem. Esse animal selvagem terminou sendo um coiote, porque um coiote tem toda uma importância e uma presença no lendário americano, e no lendário indígena também. Ele é o enganador, ele é o mágico, o coiote. Ele ao mesmo tempo impregna toda uma literatura. O coiote também, naquela área da fronteira onde está San Diego, é a pessoa que faz os papéis para os mexicanos cruzarem ilegalmente a fronteira. Achei que isso era bastante provocativo pelo fato de ser uma entrada de museu, ser uma passagem. Esse museu está localizado naquela área ali, também em frente ao mar. Tudo levava àquela ideia que eu pude depois explorar, onde apareceram esses dados assim de tempo. Esta é a minha primeira instalação que o tempo, os rastros, os índices com os quais eu sempre trabalho são índices de algo que já passou, algo que passou por ali e deixou aquela marca. Então tudo isso agiu na minha imaginação para eu poder começar os desenhos preparatórios, que fiz às montanhas!
Ao voltar para o Brasil, eu elaborei todos esses pensamentos. Eu disse que já tinha tido a ideia, que eu estava contente, que eu chequei, fotografei, olhei e dava certo, eu pude visualizar isto, mas eu precisava afinar tudo. E esse afinar foi longo, demorou um mês e tanto ou mais, dois meses, de muitos desenhos. [...]
Depois desses desenhos, eu planejei, eu fiz simulações já em cima de fotografias. [...] Não sabia como produzir isto, que era uma coisa que tinha que ter uma regularidade que o meu desenho, sozinho, não ia conseguir. Os dados que eu tive para trabalhar – e que para mim são importantes porque não são limitantes, mas são provocativos, dão parâmetros – são as plantas.
[...] estava testando tipos de patas, inclinações, compressão, enfim, uma porção de coisas...

Cada desenho desses levava dias fazendo. Havia um momento em que eu passava para um ajudante continuar, era penoso. Finalmente eu pude regularizar todos através de um programa de computador, e chegar à malha final onde eu coloquei, na mesma inclinação, a sequência de patas [...]. Eu tive que fazer isso no tamanho do espaço, ou seja, com quatro metros e meio por vinte metros. Eu fiz isso num estúdio, com tiras de papel, como se fosse papel de parede. Foi o que eu levei para lá. [...]

PROCESSO DE CRIAÇÃO


No mundo da Arte, tanto no passado mais distante como na contemporaneidade, é comum e frequente o artista trabalhar com encomendas – uma ou várias obras para um determinado museu ou espetáculo.

“Limites internos ou externos à obra oferecem resistência à liberdade do artista. No entanto, essas limitações revelam-se, muitas vezes, como propulsoras da criação. O artista é incitado a vencer os limites estabelecidos por ele mesmo ou por fatores externos, como datas de entrega, orçamento ou delimitação de espaço”.
SALLES, Cecília de Almeida. Gesto inacabado: processo de criação artística. São Paulo: Annablume/Fapesp, 2002. p. 64.

“Cada artista tem seu tempo de criação. É difícil saber quando começa a gravidez e quando se dá o parto. Há pintores que são permanentemente prenhes, parindo ninhadas, como era o caso de Picasso. Eu, antes de iniciar a viagem – o quadro –, consulto minha bússola interior e traço um rumo. Mas quando estou no mar grosso, sempre sopra um vento forte que me desvia da rota preestabelecida e me leva a descobrir o novo quadro. Todo criador é um Pedro Álvares Cabral”.
CAMARGO, Iberê. A gaveta dos guardados. São Paulo: Edusp, 1998. p. 32.

Nem sempre é percebido, no processo de criação, o que antecede o nascimento da ideia. Às vezes, as ideias nascem límpidas, e é na sua construção que nascem as dificuldades.
Corre-se o risco de pensar uma ideia tão brilhante que percebemos que será difícil executá-la e desistimos dela. O importante é recriá-la a partir das possibilidades, das novas ideias que nascem ao longo do processo, pois criar não é executar algo pronto. Para outros, as ideias nascem durante o próprio fazer. O que estamos buscando com eles é que percebam o percurso de uma ideia.

PROCESSO DE CRIAÇÃO EM DANÇA
De onde o coreógrafo busca os movimentos para sua criação?
Alguns coreógrafos fazem perguntas aos bailarinos que estão tomando parte no processo da obra que está sendo criada, e estes podem responder às questões com palavras, movimentos ou das duas maneiras. Outros coreógrafos trazem textos literários para ser discutidos com os bailarinos. Outros iniciam lançando uma música ou uma lembrança para que os bailarinos improvisem com suas próprias movimentações. Ou seja, é um campo muito aberto, de forma que a memória e a coleta sensorial de cada um dos envolvidos vai criando tramas que se transformarão, de uma certa forma, na espinha dorsal da coreografia.

O espetáculo Baile na roça tem a obra de Cândido Portinari como fio condutor e expressa a diversidade estética da dança brasileira contemporânea. Na criação desse espetáculo, o diretor José Possi Neto dá prosseguimento ao projeto de estimular a criação coreográfica entre os bailarinos do Balé da Cidade de São Paulo, proporcionando maior liberdade aos bailarinos escolhidos para coreografar. Em vez de influir na concepção e direção do espetáculo, o diretor desafiou os criadores a assumir real autonomia.
Baile na roça se compõe de cinco coreografias, sendo que uma delas serve de ligação entre as demais. A gaúcha Ana Teixeira é a autora das sequências que abrem e encerram o espetáculo e que ligam as coreografias de seus colegas. Da
obra de Portinari, Ana pinçou o destaque que o pintor dá aos pés e mãos das figuras que povoam suas telas, como também à presença da mulher. A partir dessas observações, Ana coreografa para um grupo de seis mulheres, que no
espetáculo têm os corpos cobertos por tecidos, deixando em evidência só os pés. Para salientar ainda mais o enfoque nos pés, esse grupo de bailarinas dança num trecho do palco que, com a ajuda de elevadores, é alçado a quatro metros
de altura. Em certo momento, o público vê só os pés das bailarinas que, segundo Ana, representam
um fragmento ampliado dos corpos do povo que habita o plano inferior do ambiente. São pés que caminham, correm, sofrem, choram, simbolizando um conjunto de emoções. Raymundo Costa é criador de um solo a partir do quadro O espantalho, brilhantemente interpretado por Gustavo Lopes. A cena/coreografia tem como referência a parte aérea das obras de Portinari, as figuras que pairam no ar. Para isso, Costa utilizou técnicas circenses, como ao colocar o bailarino preso em cordas elásticas. Costa representou, ainda, os personagens que comparecem nas áridas paisagens de Portinari, como crianças-passarinhos que brincam em torno do solista.
As coreografias de Armando Aurich e Cláudia Palma, que incluem a imagem magnetizadora da bailarina submersa na água, propõem para a obra de Portinari – sempre afeita a um universo mais rural –, um contexto mais urbano, como se os personagens vivessem em São Paulo. A coreografia se refere à tela Depósito de óleo, em que dois tanques se instauram como “invasores” em uma paisagem bucólica. Por conta de Possi Neto ficam a ambientação cênica e o desenho de luz em parceria com Renato Salgado e Wagner Freire; a direção musical é do maestro Jacques Morelenbaum, que também é um dos autores da trilha sonora, ao lado de Caetano Veloso, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal e Sérgio Assad.

A confecção dos figurinos fica sob os cuidados do estilista Lino Villaventura, que privilegia tons terrosos pontuados de cores primárias, como o azul, e tecidos muito leves, principalmente malhas, desenvolvidas especialmente para o espetáculo, com desenhos e grafismos. Desse modo, o movimento não fica por trás do tecido, mas é acentuado por ele.

ENCONTRO DA ARTE COM O PÚBLICO

TEATRO

O teatro é uma das expressões humanas mais antigas e reflete o espírito lúdico, a nossa potência imaginativa para jogar com a realidade. Nas sociedades primitivas, o teatro surge como ritual mágico destinado a obter o favor dos deuses na caça ou na colheita. Presente na cultura de muitos povos, o teatro é uma manifestação artística que se desenvolveu espontaneamente em diferentes lugares. Na Grécia, porém, o teatro teve um florescimento admirável, graças à genialidade dos dramaturgos gregos, que inventaram um jeito de contar histórias do modo como hoje conhecemos o que chamamos de teatro.
O teatro surgiu em Atenas, na Grécia antiga, a partir do culto a Dionísio, realizado nos festivais em sua homenagem, nas festas da primavera e do vinho. Nos festivais de Dionísio, especialmente em Atenas, performances dramáticas eram representadas, de forma que o culto ao deus pode ser relacionado ao gênero dramático. Ou seja, havia a representação simbólica da morte e da ressurreição do deus; o relato mítico narrado/ representado pelos atores e pelos espectadores. As pessoas envolvidas no jogo dramático eram partícipes de uma mesma crença, de uma mesma celebração. É justamente dessa dimensão ritualística, do elo entre o sagrado e o profano, entre cotidiano e extra cotidiano que se dá a feitura da linguagem do teatro. É justamente da dimensão simbólica, da mentira compartilhada, que se dá a experiência da arte teatral.
Na Grécia antiga os festivais de teatro tinham grande importância. Dedicados às tragédias ou às comédias, eles eram financiados pelos cidadãos ricos; o governo pagava aos mais pobres para que pudessem comparecer às apresentações. Os festivais dedicados à tragédia ocorriam em teatros de pedra, ao ar livre, nos quais se escolhia o melhor autor, pois, embora alguns atores fizessem sucesso, os grandes ídolos do teatro eram os autores. As apresentações duravam vários dias e começavam com uma procissão em homenagem ao deus Dionísio, considerado protetor do teatro. A plateia acompanhava as peças o dia todo e reagia com intensidade às encenações.
No palco, os atores usavam sapatos de sola alta, roupas acolchoadas e máscaras feitas de panos engomados e pintados, decoradas com perucas e capazes de amplificar a voz.
Hoje, os festivais de teatro são o espaço para que grupos teatrais possam mostrar o melhor de sua tradição teatral ou para que diretores mostrem inovações na linguagem teatral. Nos festivais, há grupos que já têm uma longa estrada percorrida e outros, que estão começando; há atores consagrados e os que mostram seu ofício pela primeira vez. As encenações vêm acontecendo tanto em espaços cênicos convencionais como em espaços alternativos. Os festivais de
teatro são uma força geradora de aproximação entre teatro e público, movendo o espectador à experiência de ir ao teatro. Os festivais de teatro também aproximam o espectador de diferentes grupos brasileiros e de outros países, sendo uma potente forma de mediação cultural.

A quarta parede é uma parede imaginária situada na frente do palco do teatro, através da qual a plateia assiste passiva à ação do mundo encenado. A origem do termo é incerta, mas presume-se que o conceito tenha surgido no século XX, com a chegada do teatro realista. Apesar de ter surgido no teatro, onde os palcos, geralmente de três paredes, apresentam mais literalmente uma “quarta parede”, o termo é usado em outras mídias, como cinema, televisão e literatura, geralmente para se referir à divisória entre a ficção e a audiência. A quarta parede é parte da suspensão de descrença entre o trabalho fictício e a plateia. A plateia normalmente aceita passivamente a presença de uma quarta parede sem pensar nela diretamente, fazendo com que uma encenação seja tomada como um evento real a ser assistido. A presença de uma quarta parede é um dos elementos mais bem estabelecidos da ficção e levou alguns artistas a voltarem a sua atenção para ela como efeito dramático.

DANÇA

O palco do teatro, que era tradicionalmente o espaço cênico pensado para a dança, era o local onde todas as ações aconteciam. Atualmente, o palco cênico é apenas uma das possibilidades entre tantas existentes. Hoje, os espetáculos de dança, além de acontecerem em diferentes espaços, buscam integração entre bailarinos e plateia. Na cena da dança contemporânea, a quarta parede foi “derrubada”. Mais precisamente, naqueles espetáculos em que os atores-bailarinos “saem do palco” e se relacionam diretamente com as pessoas do público, seja sentando ao seu lado, oferecendo algum objeto ou até mesmo convidando pessoas do público para atuar em uma pequena cena que será montada aos olhos do público.
Crescem no Brasil e no mundo os espaços para as apresentações cênicas. O teatro, que era originalmente o lugar mais apropriado para os espetáculos de dança, teatro e música, abre suas portas, permitindo que os espetáculos sejam encenados nas ruas, parques, circos, igrejas, comunidades, praças, hospitais, fábricas, espaços restaurados, galerias de arte etc. Dessa maneira, abrange um público muito mais diversificado ao mesmo tempo em que abre um diálogo bem mais envolvente entre Arte-espaços-público interessado.


MÚSICA

O público tem contato com as obras musicais de várias formas, além das gravações em discos, CDs, mp3, rádio, cinema e televisão. Frequentam teatros, bares com música ao vivo, casas de shows, igrejas, praças públicas, estádios, grandes estacionamentos e parques.
Antigamente, havia restrição técnica para a realização de espetáculos de grandes dimensões.
Os teatros, auditórios, salas de concertos e de cinemas, e mesmo os coretos das praças, atendiam a um público restrito. A cada dia, esses espaços culturais estão mais bem preparados para oferecer som de qualidade, iluminação, cenários e acomodações para receber o público. Os telões apoiam a visão para que os detalhes sejam vistos por todos.
Na Música Popular Brasileira, os festivais de música tiveram seu ápice nas décadas de 1960 e 1970. Eram muito competitivos, com torcidas organizadas que aplaudiam seus preferidos e vaiavam os concorrentes. O 3o Festival de Música Popular Brasileira, que aconteceu em 1967 no Teatro Paramont (atualmente Teatro Abril), foi uma das primeiras vezes em que a guitarra elétrica apareceu na MPB, fora do rock. Ela foi usada na apresentação da canção Domingo no parque, de Gilberto Gil, interpretada por ele, pelo grupo Os Mutantes e pela orquestra da TV Record, com arranjo e orquestração do Maestro Rogério Duprat e regência do Maestro Ciro Pereira.
Uma das características desses festivais era a disponibilização de arranjadores e orquestradores para que os compositores pudessem apresentar suas músicas de forma bem profissional. Jovens compositores se apresentaram nesses festivais e transformaram-se em grandes nomes da música brasileira, como Chico Buarque, Edu Lobo, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom zé e tantos outros.

Nos Estados Unidos, há também um histórico festival de música, que teve seu início com a onda hippie, no final da década de 1960: o Festival de Woodstock. Um público enorme participou, assistindo a muitas bandas também formadas por jovens músicos, cantores e compositores. Entre os músicos que participaram desse festival, um dos mais conhecidos foi o guitarrista Jimi Hendrix. No Brasil, dadas as várias semelhanças entre a MPB instrumental e o jazz, há festivais de jazz em que músicos brasileiros e norte-americanos se apresentam e trocam experiências. Em Campos de Jordão, é realizado o Festival de Inverno pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Músicos e orquestras nacionais e internacionais se apresentam e cursos de música são oferecidos.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

TEXTO DO I ENCONTRO DA COMUNIDADE ESCOLAR DA EE DR JOSÉ FOZ


Este encontro teve como tema o conflito e a violência na escola, sendo sua finalidade construir coletivamente com todos os atores que fazem parte da comunidade escolar da EE Dr. José Foz, ações que colaborem com a promoção de uma cultura de paz.
A construção coletiva aconteceu em um segundo momento, em um primeiro momento se fez necessária à produção de conhecimento sobre o assunto de forma fragmentada. Os alunos dos oitavos, nonos anos e ensino médio tiveram esta oportunidade através da palestra com o Promotor da Infância, da Juventude e da Pessoa com deficiência Dr. Luís Antônio Miguel Ferreira sobre: “Conflito e violência na escola: direito e obrigações dos adolescentes”. Já os alunos dos sextos e sétimos anos assistiram uma palestra com dois conselheiros tutelares sobre: “Conflito e Violência na escola: direitos e obrigações das crianças”.
Além disso, os professores tiveram uma palestra sobre: “Mediação na resolução de conflitos” com a mediadora da defensoria pública Marisa Sandra Luccas e os pais dos alunos sobre: “Conflito e Violência na escola: papel da família e polícia” com a Soldado Vergínia.
O segundo momento aconteceu através de uma plenária com representantes de alunos, funcionários, professores e pais de alunos. Este espaço serviu para relembrar a todos de algumas normas importantes que fazem parte do regimento da escola, bem como de algumas ações importantes melhorar o rendimento dos alunos e conseqüente o comportamento dos mesmos. O papel de cada um dos segmentos presentes foi ressaltado. Além disso, foi explanado sobre os tipos de atos infracionais e as novas ações para conscientizar a todos sobre a gravidade destas práticas, bem como as punições para coibir as mesmas. Em suma, todos os presentes tiveram oportunidade de participar, e com isso concordaram e se comprometeram com todas as informações e ações discutidas.
Portanto, acredito que este primeiro encontro tenha alcançado seus objetivos, pois a houve produção de conhecimento não de todos, mas de grande parte dos atores de cada segmento, além de uma construção coletiva pautada em um projeto de ações de consenso de toda a comunidade escolar. Com certeza este será o primeiro de muitos!!!!












quinta-feira, 20 de setembro de 2012


Professora Giselle de Ed. Física realiza atividade com o 1° ano  do Ensino Médio.  Atividade de consumo e gasto calórico, aprofundando os conhecimentos vistos em sala na realização de programas especificos.




17/09/2012 a 11/10/2012Inscrições. Obs.: Período de inscrição com redução de 50% e 75% do valor da taxa, além de isenção, será divulgado futuramente.
18/11/2012Provas da 1ª Fase.
04/12/2012Divulgação da lista de convocados para a segunda fase.
16 e 17/12/2012Provas da 2ª Fase.
09 a 15/12/2012Provas de habilidades: Cursos da capital e de Bauru.
28/01/2013Divulgação dos resultados.
05 e 06/02/2013Matrícula dos convocados.